A RAPARIGA DE ANTES

Publicado sob a chancela da Suma de Letras Portugal, este livro prende do princípio ao fim. Um thriller psicológico viciante com a dose certa de mistério, drama, romance e erotismo. Absolutamente recomendado!!

Dos livros mais intensos que temos lido nos últimos tempos. O enredo acompanha duas mulheres que em duas épocas diferentes, habitam a mesma casa, estando para tal obrigadas ao cumprimento de uma série de regras de conduta nela para poderem manter o contrato de habitação. A semelhança entre duas mulheres que entre si são estranhas e que nunca se cruzam mas cujos padrões de vida as aproximam. A vida da primeira mulher que a aluga e como esta vai ter impacto  na vida da que vem a seguir, anos mais tarde. Uma trama psicológica e emocional que nos confunde e leva a várias conclusões para de imediato nos apercebermos que afinal não é bem assim. Uma característica curiosa do livro é a capacidade de interagir de forma dinâmica com o leitor. 


Sinopse: 
«Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»

O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.

EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz…

JANE:Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz.


Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes.

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